sexta-feira, 12 de março de 2010
Música africana no Centro Cultural Rio Verde
AfriCAZAnossa
BOOKA Do artista Bukassa Kabengele (Booka), artista cantor e ator. Africano nascido na Bélgica(Bruxelas) passou a infância na Republica do Congo, seu país de origem. Chegou ao Brasil aos dez anos de idade. Um legítimo afro-brasileiro.
Na dramaturgia fez; Carandiru e Sonhos Tropicais no cinema. Na TV Globo; A Casa das 7 Mulheres, Mad Maria, JK e Sinhá Moça. Na TV Record; Turma do gueto e Vidas Opostas. Na TV Cultura; Ilha Rá-tim-búm e apresentou um programa musical. No SBT fez; Revelação e Vende-se um véu de noiva. Na TV a cabo fez; Mandrake (HBO) e 9MM (FOX). No teatro fez; Cazas de Cazuza e Vida e amores de Isaurinha Garcia. Na musica, integrou a Banda Skowa e a Máfia, Juntou-se a nomes como Marisa Monte e Elba Ramalho, com os quais tocou em grandes palcos pelo mundo. Nesse meio tempo, também emprestou sua voz para campanhas publicitárias produzidas nos mais importantes estúdios de São Paulo. Em 2000 Lançou seu primeiro CD solo “QUERO VIVER” (Pop/ soul) com a produção de Jane Duboc.
Em 2005 alcançou a Europa com o lançamento de “MUTOTO”, seu segundo CD de música africana, produzido por Daniel Vangarde, atingindo uma vendagem de 200 mil cópias na França. O sucesso dos ritmos afro-brasileiros foi reconhecido por todos os veículos de comunicação do país, no ano cultural Brasil-França, e o CD sendo lançado em outros países da Europa. Booka experimentou muita coisa no que diz respeito à música de origem étnica negra, desde o afro, samba, soul, pop, jazz e música cubana. Tais experiências foram digeridas ao longo de 20 anos e naturalmente desencadearam o atual trabalho autoral de música africana desenvolvido pelo artista. Um resultado que ele mesmo denomina como a “nova música afro-brasileira”, nova MAB.
Para isso montou a banda Booka Mutoto, que no show integra músicas do cd Quero Viver como; Mina Penda e Misto Soul com canções do cd Mutoto como;Luanda, Salima e outras, somadas a músicas inéditas como Tambor, um verdadeiro sucesso dançante, ninguém fica parado!Brasil na África. BOOKA MUTOTO Da Banda “Booka sou eu (Bukassa Kabengele), mutoto quer dizer criança em swahilli. Booka Mutoto; sou eu criança, eu com minha origem, à volta para a terra mãe e berço da civilização humana; África. BOOKA MUTOTO é também minha homenagem à criança em cada um de nós. Criança é futuro, criança é esperança.”
A banda Booka Mutoto resume numa frase simples a idéia e expressão artística de Booka; “Brasil na África”, que também dá o nome ao espetáculo musical. Um show emocionante, repleto de vocais Afros, percussão, baixo, e liderado pela interpretação sensível e calorosa do cantor, ator e compositor Booka (Bukassa Kabengele), que na sua guitarra toca dedilhados herdados da música congolesa (soukous music), um dedilhado quente e contagiante. Melodias inéditas, músicas cantadas em swahilli, tchiluba, francês e português. A percussão, o baixo e a guitarra se entrelaçam num swing alucinante, enquanto os vocais femininos e virtuosos das cantoras, unidos às melodias de Booka, rasgam alma e coração do ouvinte. Não é para menos, com todo o talento musical brasileiro e o estilo africano do artista, você pode imaginar “Brasil na África”.
É esse universo musical que ele nos oferece, com suas músicas executadas e interpretadas por essa banda que exprime o legítimo som Afro Brasileiro, a nova MAB (nova música afro-brasileira). A performance da banda Booka Mutoto conta ainda com uma ousada releitura e arranjo de Canto de Ossanha (Baden Powell & Vinícius de Morais), uma honrosa homenagem aos Afros sambas. Booka, com a sua banda Booka Mutoto no seu show Brasil na África, pretende mostrar de uma maneira simples e honesta que: “Existe um pouco da África em cada um de nós, basta sentir e se deixar levar!”
Fonte: Centro Cultural Rio Verde
domingo, 7 de março de 2010
Homenagem ao Dia Internacional da Mulher
e a distriubi.
Doando vida,
co-criando vida,
uma filha de Deus
que recria
e trabalha novas esperanças.
Mulher de carne e osso
que luta no dia-a-dia,
que trabalha todos os dias,
esteio de familias,
amparo das emoções,
espaço de alegrias
e descobertas.
Mulher de alma e coração
que sempre se doa,
em se doando
aprende e reaprende
a ser mulher com mais e mais
valor.
Sublime como a luz,
sublime como a vida,
sublime como o amor.
É amor por toda a vida
em todas as suas contradições,
seja onde for!
Ser mulher é enfrentar desafios
é transformar a si e ao mundo
usando como maior arma
o incondicional amor.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Dia 19 Graffiti Poético na 2ª edição!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Inscrições abertas: SP (28/fev) Rio (10/03) ) e Rio (10/março)
Estão abertas as inscrições para a Oitava Edição do Festival de Teatro (http://teatrofest.com), no Rio de Janeiro até dia 28 de fevereiro e em São Paulo, até dia 10 de março, em sua 2a edição. O Festival tenta suprir a necessidade das companhias teatrais da cidade de São Paulo, as menos favorecidas e que estão à procura de um espaço nesse concorrido mercado de trabalho e que não encontram espaços nas casas de espetáculos e são relegadas a espaços culturais fora de repercussão junto mídia. É a grande oportunidade de premiar novos e até então desconhecidos talentos das artes cênicas. A produção esta a cargo de Eduardo Marins, especialista nesse tipo de projeto e que é curador e diretor artístico do Festival de Teatro Cidade do Rio de janeiro, já em sua 7ª edição. Este é o segundo no país a proporcionar como premiação uma real temporada para a melhor montagem. Fizemos uma reportagem exclusiva com Eduardo Marins, jornalista e produtor do evento. Sandrah: Eduardo, você é jornalista e como surgiu esta idéia de realizar o primeiro Festival de Teatro no Rio de Janeiro? Eduardo: Sou produtor e Diretor artístico. Estou no mercado de trabalho há 34 anos.O festival realizado no Rio de Janeiro teve seu início em 1994, realizei três edições consecutivas. Em 2006 voltei a produzir o evento chegando nesse ano na oitava edição. Resolvi produzir o festival para dar oportunidades aos novos talentos, mas atualmente as grandes companhias estão participando, isso valoriza o festival como um todo. Sandrah: Já se tornou tradição no Rio, qual a importância que tem agora o Festival no cenário artístico carioca? Eduardo: Muita importância, ele é aguardando ansiosamente pelas companhias e grupos teatrais, para se ter uma idéia, antes das inscrições serem abertas oficialmente, sempre temos quase uma centena de espetáculos em pré-inscrição. Tenho uma preocupação em indicar os melhores de cada categoria para outras companhias, para testes de filmes publicitários, etc. Estou em fase de produção de um espetáculo teatral com diversos artístas que se destacaram no festival de 2008. Sandrah - O ano passado o festival veio a Sampa, como você avalia a receptividade e o desenvolvimento aqui? Eduardo: Em 2009 iniciamos o processo em São Paulo, já na primeira edição obtivemos 412 inscrições, a média de público ultrapassou o número de 250 pagantes por sessão, a Tv Globo se fez presente na abertura e na solenidade de premiação, enfim, grande sucesso. Sandrah - Tem algum espetáculo que, a partir da participação no Festival ganhou maior espaço no cenário brasileiro? Eduardo: No Rio tivemos a montagem do Auto da Compadecida(2006), A Árvore dos Mamulengos(2007), Aos Peixes(2008) e nesse último ano O Alienista, os três primeiros permaneceram em cartaz durante um bom tempo, o último por ser formado por uma companhia muito jovens, com uma média de idade abaixo dos 18, tem seus destaques concentrados em vestibulares e estão em recesso. Sanrah - Pelo que sei, esta é a primeira iniciativa que se perpetua, primeiro no Rio e agora em São Paulo, você crê que poderá se tornar nacional? Eduardo: O festival é meio nacional, já tivemos espetáculos do Estado de Minas, Rio Grande do Sul e Espirito Santo. Em São Paulo tivemos um infantil de Santa Maria, do Rio Grande do Sul que levou a maioria dos prêmios. Inclusive temos inscrições de espetáculos de outros paises, Cuba, Peru, Portugal. Nesse ano já temos um infantil de Leria, Portugal, com grandes chances de se apresentar no festival. Sandrah - O que você diria às pessoas que querem se inscrever nesta oportunidade? Eduardo: Acreditem que suas chances são maravilhosas, esse é o melhor conselho, acreditem que a classificação é possível. |

